Associação de Criadores de Gado Jersey do Rio Grande do Sul
 
 
 

 

.: Pontuação/Classificação Linear
 

A classificação linear tem por finalidade selecionar animais de um rebanho que apresentem grande capacidade reprodutiva, vida produtiva longeva, e elevada resistência a problemas de manejo e do meio ambiente, considerando-se tanto o tipo como a produção de cada animal considerado.
 
Combinando a avaliação numérica do passado com termos descritivos atuais, foi desenvolvia uma nova dimensão na apreciação do tipo leiteiro. Os termos descritivos conjugados com os pontos atribuídos a cada animal constituem uma informação mais útil e significativa, sendo ótima orientação para criadores e suas associações, para educadores e seus alunos.
 
Criadores de Jersey de todo o mundo reconhecem a classificação linear como a única fonte de informação oficial sobre o tipo, devendo seus resultados serem permanentemente catalogados para referência, e publicados para conhecimento geral.
 
O conceito de “Classificação do Rebanho”, como é denominado o programa de “Classificação Linear ou Descritiva de Tipo”, envolve a classificação ou avaliação individual dos animais em um rebanho, comparados ao tipo ideal concebido. Para sua maior utilidade, incluirá a descrição das características de tipo mais importantes e significativas de cada animal, comparado ao tipo ideal, alem da classificação pela aparência geral, capacidade corporal, características leiteiras e sistema mamário, fornecendo ainda termos descritivos para visualisar suas características.
 
Esta classificação é realizada pela mensuração linear numa escala de 1 a 9 das características fenotípicas de interesse econômico, sendo no Brasil utilizado o “sistema de classificação canadense”. Seus benefícios são:
 
1- Identificação dos animais que permanecerão por mais tempo no rebanho.
 
2- Obtenção dos dados a serem utilizados para o teste de progênie de touros.
 
3- Seleção dos animais do rebanho com as características desejadas por seu proprietário.
 
4- Fornecimento de dados para os acasalamentos dirigidos.
 
5- Identificação dos animais a serem descartados.
 
6- Valorização dos animais a serem comercializados.
 
7- Fornecimento de parâmetros e/ou comparações das vacas classificadas com a vaca ideal, ou com a classificação anterior, podendo-se avaliar se está havendo progressão ou regressão no manejo e na genética dos animais.
 
Para a classificação dos animais é necessário:
 
1- Fêmeas: estarem em plena lactação, serem registradas PO ou PC, no mínimo com um parto comunicado. Devem ter controle leiteiro oficial, ou estar em controle.
 
2- Machos: serem PO, no mínimo com 18 meses de idade, e terem comprovação laboratorial de fertilidade. Precisam de controle oficial da mãe com produção mínima de 4.000 kg, sendo aceito o controle da avó materna no caso de morte da mãe sem ter sido controlada.
 
Índices oficiais de classificação:
 
SE (Suprema Excelente): vaca Excelente aos 10 anos ou mais
 
EX (Excelente): 90 a 97 pontos, com o mínimo de 3 lactações e 1,20 m na garupa; para os touros mínimo de 3 anos de idade. 
 
EX 1: 90 a 92 (índice mais baixo)
 
EX 2: 93 a 95 (índice médio), sendo necessário um segundo classificador para confirmar
 
EX 3: 96 a 97 (índice mais alto), sendo necessário um segundo classificador para confirmar
 
MB (Muito Bom): 85 a 89 
 
B+ (Bom para Mais): 80 a 84
 
B (Bom): 75 a 79
 
R (Regular): 70 a 74
 
P (Pobre): 65 a 69

O sistema linear de avaliação morfológica para raças leiteiras pode aumentar, significativamente, o potencial do melhoramento genético, medindo características biológicas isoladas, de potencial econômico e funcional, num sistema de mensuração aplicável uniformemente a todas as características, primárias e secundárias, sob escala de 1 a 50 pontos. Êle amplia a finalidade da avaliação do rebanho com novas considerações sobre a influência do manejo e do ambiente, fornecendo ao criador maiores evidências sobre a dominância ou recessividade de certos caracteres, sua ligação com características específicas, e seu impacto sobre a produção.

A pontuação da raça Jersey no Brasil está sendo realizado desde 1993, havendo um “Colégio de Pontuadores”, coordenado pela ACGJB, no qual o Rio Grande do Sul está representado pelo medº vetº Artur Cademartori. 
 
Artur Garcia Cademartori
MSc. Méd. Veterinário
Classificador da ACGJBR no RS e Técnico de Registro da ACGJRS
51 81668228 ou 98558116 ou 3304700
Rua Engenheiro Veríssimo de Matos, 255 AP 1101 – POA – RS – 90440-180.
crbov@terra.com.br

 

   
 
 



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